Para mulheres que se perderam de si mesmas
Talvez ainda não tenhas palavras para o que sentes. Só sabes que acordas cansada, que fazes tudo o que é suposto fazer — e que, mesmo assim, algo está errado. Que a vida que construíste não parece completamente tua. Que há uma distância entre quem és e quem te lembras de ter sido.
Não é fraqueza. Não é falta de gratidão. É o sinal de que algo em ti precisa de atenção — e de espaço para ser ouvido.
É aqui que começa o trabalho.
Como posso ajudar
Um espaço seguro para trabalhar os teus processos internos em casa. Através da arteterapia e da abordagem junguiana, exploramos emoções e a tua relação contigo mesma.
Um encontro terapêutico num espaço seguro e acolhedor, onde a expressão criativa e a arteterapia junguiana se tornam caminho para aceder ao que está mais profundo em ti.
Um encontro coletivo onde mulheres se reúnem para explorar, criar e partilhar. Através da arteterapia, cada participante acede ao seu mundo interno num ambiente de acolhimento e confiança.
Marca sua sessão
O primeiro passo é simples — escolhe um momento que seja teu.
Quem sou eu
Sou Bianca Pedroso, arteterapeuta e arte-psicoterapeuta de orientação junguiana.
O meu percurso não começou na terapia. Durante mais de dez anos trabalhei em gestão de projetos em multinacionais e organismos internacionais — um mundo de estrutura, performance e entrega. Um mundo onde aprendi muito sobre funcionar. E pouco sobre sentir.
O contacto com mulheres em processos de maternidade foi um dos primeiros territórios que me ensinou a escutar de forma diferente. Através do projeto Urso da Memória — onde transformava peças de roupa em objetos afetivos para mães e famílias — percebi como a criatividade pode mover o que as palavras não alcançam. Foi esse encontro que me conduziu à arteterapia e à psicologia analítica junguiana.
Hoje trabalho com mulheres que reconhecem em si algo difícil de nomear — um cansaço que não passa com descanso, uma sensação de estar a viver uma vida que não se reconhece como sua, uma distância de si mesmas que ninguém à volta consegue ver.
É esse território que me interessa. É aí que trabalho.